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O Maximalismo pode ser definido como um movimento estético contrário ao minimalismo. Ao invés de pregar o “Menos é mais”, frase mais famosa do movimento minimalista, no maximalismo a frase da vez é “Mais é mais”.

Foi na era vitoriana em meados do século XIX que se alcançou um visual verdadeiramente maximalista ao misturar arte, objetos, cores e estampas ao longo do tempo. O maximalismo recriou em grande escala aspectos do Barroco, do Rococó e do Neoclassicismo ao misturar arte, objetos, cores e estampas ao longo do tempo. As tendências nunca andam solitárias, elas emergem de outros movimentos e comportamentos.

É uma combinação de várias tendências e estilos, contrária ao racionalismo e aos movimentos burgueses. Demostra, assim, a nova vida do homem pós-moderno, que é bombardeado de informações.

O maximalismo também é descrito como um estilo representante da diversidade cultural, dialogando com minorias e etnias, demonstrando a diversidade e a inclusão estética de todas as pessoas e classes sociais.

O maximalismo fala de historicidade e personalização, ou seja, fala de fragmentos daquilo que foi vivido e experenciado, são memorias daquilo que já foi e continua sendo.

Há quem diga que o maximalismo transcende a arquitetura e design e moda, ele pode ser configurado como um estilo de vida.

Na própria cor do ano da Pantone, Viva Magenta 18-1750, é uma premissa da força do que é vibrante e vivo. Com energia de sobra, é uma cor enraizada na natureza, descende da família dos tons vermelhos e vem expressando um novo vigor.

A definição da própria Pantone está bastante conectada à tendência maximalista: “Viva Magenta é corajosa e destemida, uma cor pulsante, cuja exuberância impulsiona a celebração, alegria e otimismo, escrevendo assim uma nova narrativa.”

Essa energia que vibra é semelhante à energia de quem busca uma vida mais colorida e alegre.

Cores ricas e envolventes, padrões de estampas de leopardo, folhas de palmeira, bananeira são alguns elementos favoritos para os papéis de parede, esculturas, estofados, almofadas e arte de parede.

Toda esta alegria expressa a vontade de fugir do estresse do dia-a-dia, das preocupações da vida moderna, assim como a monotonia e o clima pós pandemia. Nasce uma necessidade de excessos intencionais, a necessidade de autoexpressão, cores vivas, ousadias os quais são os pilares vivos do maximalismo.

Além do forte apelo visual que tem tudo a ver com as redes sociais e a força imagética que elas representam e continuarão representando por um bom tempo, o maximalismo, quando bem utilizado, pode garantir ao profissional uma identidade e assinatura que podem ser utilizadas não só em projetos de arquitetura e design, mas em projetos de instalações, museus, exposições e até produtos.

Entre as várias tendências que podem ser encontradas na sua linha de móveis, complementos e objetos de decoração da loja Essenza Casa e Jardim, também é possível encontrar peças e ambientes que remetem ao maximalismo nas cores, nos apelos étnicos e em objetos que remetem ao convívio em família.

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